Gênero, notícia e transformação social

Fernanda Herinques, Pablo Calvo, Liliane de Lucena Ito, Raquel Longhi, Luis Antonio Ogando e Marcelo Martinez (Orgs.)

Autores: Abel Suing, Abigaíl Elizalde, Alan César Belo Angeluci, Alexandre Lenzi , Aline Cristina Camargo, Anabela Gradim, Andréia Schach Fey , Ângela Cristina Ribeiro Domingues Piazentin, Angelo Sastre, Bruno David Amoretti Aliaga, Bryan Patricio Moreno-Gudiño, Diana Rivera-Rogel, Elaine Regiane Damaceno Ribeiro, Evani Marques Pereira, Fabiana Piccinin, Felipe de Oliveira Mateus, Fernando Martínez Cabezudo, Frank Denys Capuñay Laynes, Gabriela Rita de Barros, Gabrielle Vívian Bittelbrun, Giovana Montes Celinski, Hernando Gomez Salinas, Ingrid Gomes Bassi, Jaqueline Frantz de Lara Gomes, João, Fernando Marar, Juliano Maurício de Carvalho, Liliana Sorel Fabiani Hernández, Liliane de Lucena Ito, Luciana Galhardo Batista Simon, Luciane de Fátima Giroto Rosa, Luiz Fernando Ribas , Marcello Zanluchi Surano Simon, Margarida Gandara Rauen , María José García-Orta, Mayckel Barbosa de Oliveira Camargo, Pablo Calvo de Castro, Renata Loureiro Frade, Ricardo Morais, Rodrigo Daniel Levoti Portari, Sebastián Alaniz Muñoz, Tarcineide Mesquita

edição: abril de 2019
isbn 9789898971067 
páginas 655

A construção do conhecimento ocorre quando este circula, chega aos olhos dos outros. Mas, para que isso aconteça, é preciso ajustar-se às realidades presentes no ecossistema midiático e aos comportamentos presentes nesse ecossistema. Com esse olhar, Neil Postman publicou, em 1996, a obra O Fim da Educação. Na ocasião, considerou as mudanças comportamentais das crianças daquele momento. Essas crianças são os adultos de hoje, e resultam daquele cenário midiático, com uma liberdade de conhecimento até então desconhecida pela sociedade.

Mas, de que sociedade estamos falando? Falamos sobre uma sociedade conectada, aterrissado em um cenário onde a territorialidade se desmaterializa, transformando a matéria em bases binárias. Como nos propõe, há pouco mais de uma década, o antropólogo Marc Augé, vivemos em um não-lugar repleto de potenciais fluxos de conhecimento. Uma territorialidade experimentada por outra mudança social: a mobilidade. Esse espaço não-lugar, somado à mobilidade e à filosofia de conhecimento livre, oferece uma perspectiva em prol de uma sociedade melhor.

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