Reflexões sobre o Pensamento Comunicacional Latino-americano

Maria Cristina Gobbi & Denis Renó (Orgs.)

Jorge A. González (Prefácio)

Autores: Catarina Farias de Oliveira, Cristian Yáñez Aguilar, Denis Renó, Efendy Maldonado G., Erick R. Torrico Villanueva, Francisco das Chagas Sales Júnior, Karina Janz Woitowicz, Maria Cristina Gobbi, Muriel Emídio Pessoa do Amara,l Rebeca Illiana Arévalo Martínez, Rodrigo Gabrioti, Rogelio Del Prado Flores, Samantha Castelo Branco, Tanius Karam Cárdenas, Valquíria Aparecida Passos Kneipp

edição: novembro de 2020
isbn 9789898971258 
páginas 349

O mundo experimenta atualmente (ano 2020) uma grande mudança em todos os níveis: econômico, político, científico, social, de estrutura, de abastecimento, de governos, de participação, de conhecimento, de preservação ambiental, de relacionamento humano, de sobrevivência, de saúde, de igualdade, de equidade, de inclusão, de respeito, de combate a violência, de valores, de futuro, entre tantas outras. São forças poderosas, quebrando paradigmas e refazendo estruturas centenárias em várias esferas, desafiando as sociedades para outras formas de pensar e agir no âmbito da sociedade. Os resultados dessas mudanças, ainda iniciais, nos mostram que estamos vivenciando os últimos suspiros de uma já agonizante Era, que vem conduzindo a história da humanidade. Se, como afiança a crença generalista de que existem aspectos positivos, passada a sacudidela dada pela Pandemia do Covid-19, entraremos naquilo que Lévi-Strauss (1958) define como “antropologia estrutural”, onde o novo progresso se avizinha como uma transformação real, necessária e urgente, em que todos deverão galgar os próximos degraus do desenvolvimento.

Somos partícipes do nascimento de outras formas de organizações sociais, políticas e econômicas que estão suprimindo e readequando estruturas básicas, hábitos, valores, crenças, modos de participação e conceitos que foram estabelecidos na Era anterior. Porém, muito mais do que centrar forças em ações voltadas ao progresso, em especial o econômico, teremos que alcançar patamares ainda mais altos, como o bem-estar humano e social, construindo outros padrões estruturais de sustentabilidade.

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