Significações e Estratégias Midiáticas

Ana Silvia Médola, Celia Retz Godoy dos Santos, João Pedro Albino, Leyberson Pedrosa, María Jesús Ruíz, Raquel Cabral, Roseane Andrelo, Xabier Martínez-Rolán, Rodrigo Cunha, Rogerio Covaleski e Vania Valente (Orgs.)

Autores: Adriana Pierre Coca, Alberto Dafonte-Gómez, Aline Cristina Camargo, Aline de Oliveira Silva, Aline Frederico, Ana Carolina Rocha Pessôa Temer, Carlos Henrique Sabino Caldas, Daniela Cristiane Ota, Elaine Regiane Damaceno Ribeiro, Êmili Adami Rossetti, Érica Reis Jeffery Ferreira , Fabiana Freitas Maniero, Giovanna Gabriela Oliveira Sá, Henrique da Silva Pereira, Jacqueline Oyarce-Cruz, Jorge Alberto Hidalgo Toledo, Juan Manuel Corbacho-Valencia, Letícia Torres, Luciana Batista Galhardo Simon, Luciane de Fátima Giroto Rosa, Luiz Gustavo Ribeiro, Luiziane Silva Saraiva, Marcello Zanluchi Surano Simon, Maria da Graça Mello Magnoni, Maria Eugênia Porém, Marina Lisboa Empinotti, Mirian Nogueira Tavares, Monielly Barbosa do Carmo, Rebeca de Sousa Martins , Rita de Cássia Romeiro Paulino, Tainah Schuindt Ferrari Veras, Tamara de Souza Brandão Guaraldo, Thiago Seti Patricio, Xabier Martínez-Rolán

edição: abril de 2019
isbn 9789898971074
páginas 467

A construção do conhecimento ocorre quando este circula, chega aos olhos dos outros. Mas, para que isso aconteça, é preciso ajustar-se às realidades presentes no ecossistema midiático e aos comportamentos presentes nesse ecossistema. Com esse olhar, Neil Postman publicou, em 1996, a obra O Fim da Educação. Na ocasião, considerou as mudanças comportamentais das crianças daquele momento. Essas crianças são os adultos de hoje, e resultam daquele cenário midiático, com uma liberdade de conhecimento até então desconhecida pela sociedade.

Mas, de que sociedade estamos falando? Falamos sobre uma sociedade conectada, aterrissado em um cenário onde a territorialidade se desmaterializa, transformando a matéria em bases binárias. Como nos propõe, há pouco mais de uma década, o antropólogo Marc Augé, vivemos em um não-lugar repleto de potenciais fluxos de conhecimento. Uma territorialidade experimentada por outra mudança social: a mobilidade. Esse espaço não-lugar, somado à mobilidade e à filosofia de conhecimento livre, oferece uma perspectiva em prol de uma sociedade melhor.

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