Registros

Denise Guimarães, Glaucia Davino, Jefferson Barcellos, Juliana Gobbi Betti, Laís Margadona, Laura Piaggio, Maria João Antunes, Natalia Martin Viola (Orgs.)

Autores: Alice Fátima Martins, Bárbara Cezano Rody, Bárbara Pina de Cabral, Bárbara Stela Oliveira, Bruno Araujo, Bryan Patricio Moreno-Gudiño, Carolina de Oliveira Silva, Denis Porto Renó, Denise Guimarães, Diana Caridad Ruiz-Onofre, Érika Savernini, Gabriela Santos Alves, Helena Maria de Castro , Ingrid Estíbaliz Sánchez Diez, Jefferson Alves de Barcellos, João Paulo Hergesel, Joedy Luciana Barros Marins Bamonte, Laís Akemi Margadona, Laís Miguel Lacerda, Lorena da Silva Figueiredo, Marina Soler Jorge, Matheus Martins, Natalia Martin Viola, Pablo Calvo de Castro, Regilene A. Sarzi Ribeiro, Rosângela Fachel de Medeiros, Tayane Abib

edição: abril de 2020
isbn 9789898971203
páginas 363

Compreender as mutações do ecossistema midiático tem sido uma prática na academia, especialmente no campo das ciências sociais aplicadas. As transformações têm sido constantemente observadas e podem ser vistas em publicações de diversas formas midiáticas. Entretanto, pela liquidez desse cenário, os estudos não se esgotam e tornam-se fundamentais para que a relação sociedade e meios exista de maneira harmônica e eficaz.

Mas essa preocupação não é algo de hoje. No início da década de 1970, na cidade de Nova Iorque, surgia pelas mãos de Neil Postman e Marshall McLuhan o programa de doutorado em Ecologia dos Meios, impulsionado pela preocupação em desenvolver as teorias relacionadas a essa corrente e, em seguida sustentar estudos futuros. No escopo, encontravam-se olhares direcionados à rádio, à fotografia, ao cinema, aos jornais, às revistas, aos livros, à televisão e a todos os ambientes e processos aos quais esses canais ou meios estavam relacionados. Processos que compunham uma galáxia composta por uma, ou algumas, aldeias globais. Uma aldeia onde o meio era a mensagem.

Porém, nos dias atuais, os estudos sobre ecologia dos meios tornam-se ainda mais relevantes. As estruturas comunicacionais são construídas a partir de novas tramas de atores midiáticos. A potencialização dos processos comunicacionais cresceu exponencialmente. O poder midiático, por sua vez, ganhou outro status. Com isso tudo, novas linguagens comunicacionais passaram a ser adotadas pela sociedade.

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